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  • Foto do escritorAdauto Silva

O que determina o CDC? Após negar troca de aparelho com defeito, homem quebra arcondicionado na loja




Quem passou pela Eduardo Ribeiro, centro de Manacapuru, na manhã desta terça-feira, 08, se deparou com uma cena diferente do normal. Ao invés de sair da loja com um ar-condicionado e levar pra casa, o cliente entrou no local com o aparelho e após conversa com a gerência do local, jogou o aparelho no chão e o destruiu na paulada.



Segundo testemunhas o

cliente teria quebrado o aparelho de ar-condicionado após a loja ter recusado efetuar a troca do equipamento com problemas.


No fim da manhã desta terça-feira (08), uma cena pra lá de inusitada foi flagrado por várias pessoas que trafegavam pelo centro de Manacapuru. Alguns resolveram até registrar, a revolta de um homem, cliente de uma loja de eletrodomésticos, que segundo relatos, ao ter negado a troca do equipamento de ar condicionado que apresentou problemas, o mesmo resolveu quebrar o aparelho dentro da loja a qual fez a compra.



Ainda de acordo com as pessoas que passavam pelo local, o equipamento apresentou problemas dentro do prazo de sete dias, então, o cliente foi requerer seu direto de troca, estabelecido na Lei do Consumidor. Porém, a loja não teria atendido o pedido do cliente, foi quando ele se revoltou e quebrou o equipamento a base da porrada.


(Veja vídeo).



O que diz o Código de Defesa do Consumidor

Artigo 26°

O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis; II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis. § 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.



Até o momento a loja ainda não se pronunciou sobre o ocorrido, mas fica aqui o espaço para esclarecimentos do ocorrido. O cliente também não procurou o Procon para buscar outra forma de resolver o problema, que agora virou caso de polícia.

Nas redes sociais muitas pessoas apoiaram atitude do cliente, outras repudiaram alegando ter outras maneiras de resolver o problema.

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