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  • Foto do escritorAdauto Silva

Monitoramento: Amazonas avança da Vigilância de Síndromes Respiratórias

O serviço tem o intuito de identificar as cepas virais (variante de vírus) para a formulação de vacinas contra a influenza, anualmente

 

O Amazonas segue avançando no monitoramento sentinela da circulação de vírus respiratórios por Síndromes Gripais. O trabalho é realizado pela Fundação de Vigilância em Saúde - Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), em conjunto com unidades de saúde selecionadas.

 

As síndromes gripais não são de notificação compulsória (obrigatória), dessa forma a Vigilância Sentinela não reflete o cenário real dessas síndromes. No entanto, o monitoramento tem o intuito de identificar as cepas virais (variante de vírus) para a formulação de vacinas contra a influenza, anualmente.

 

Houve um aumento no monitoramento em 2023, em comparação ao ano passado, devido à expansão do número das unidades sentinelas no estado. A análise comparativa é específica em relação ao primeiro trimestre de 2023 e de 2022.

 

Nos primeiros três meses do ano passado, eram cinco unidades de monitoramento na capital, porém, de janeiro a março de 2023, a vigilância passou a funcionar em 25 unidades sentinelas, sendo 8 na capital e 17 no interior do estado.

 

O aumento representa variação de 222% nas coletas de amostras de pacientes, realizadas nas unidades sentinelas dos vírus respiratórios. Os dados constam no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), oficial do Ministério da Saúde.

 

O monitoramento é realizado por amostragem no início do ano, quando o Amazonas se encontra em sazonalidade para vírus respiratórios, época que coincide com período chuvoso no estado e, consequentemente, há aumento da circulação de vírus respiratórios.

 

A técnica Inaiah Silva, da gerência de Vigilância de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, destaca a importância do monitoramento. “Com o aumento das unidades sentinelas, aumentamos também o número de coletas para conseguir verificar e identificar as cepas circulantes na nossa região. Essa análise é importante para prevenção de mudança nos fatores da saúde coletiva no estado”, afirma Inaiah.

 

Cenário

 

No Amazonas, de janeiro a março de 2023, foram 1.562 coletas realizadas, sendo 337 em janeiro, 654 em fevereiro e 496 em março. No primeiro trimestre de 2022, foram realizadas 703 coletas, sendo que 337 em janeiro, 171 em fevereiro e 195 em março. Em todo o ano de 2022, foram 3.974 coletas realizadas.


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